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Ver todas as frentesBase técnica resiliente para sistemas que não podem cair nem perder trilha.
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Ver todas as frentesO Brasil entrou no segundo semestre de 2026 com três movimentos importantes acontecendo ao mesmo tempo: 1. Uma eleição nacional, com primeiro turno marcado para 4 de outubro e eventual segundo turno em 25 de outubro. Independentemente das preferências políticas, períodos eleitorais costumam aumentar a cautela nas decisões de investimento, contratação e expansão. 2. Um […]
O Brasil entrou no segundo semestre de 2026 com três movimentos importantes acontecendo ao mesmo tempo:
1. Uma eleição nacional, com primeiro turno marcado para 4 de outubro e eventual segundo turno em 25 de outubro. Independentemente das preferências políticas, períodos eleitorais costumam aumentar a cautela nas decisões de investimento, contratação e expansão.
2. Um El Niño em fortalecimento, que pode aumentar a probabilidade de chuvas intensas no Sul e de seca em partes do Norte e Nordeste. A NOAA estima 81% de probabilidade de um evento muito forte entre outubro e dezembro de 2026 e 97% de chance de sua continuidade até o início de 2027. Isso não significa que todos os impactos ocorrerão, mas aumenta a necessidade de planejamento. E não pense que isso é um tema para apenas Agro, esse tema pode provocar novas altas , encarecer o crédito, reduzir o consumo e DEVE modificar estratégias de investimentos na PF e PJ
3. A implantação do IBS, da CBS e do split payment, uma parte da Reforma Tributária, que exigirá uma ligação cada vez mais precisa entre documento fiscal, operação comercial, pagamento e valor do tributo. A legislação prevê que, no split payment, IBS e CBS sejam segregados no momento da liquidação financeira da transação.
Esses três temas parecem independentes. O CFO precisa ajudar a decidir o que fazer antes que os impactos apareçam no resultado.
Em 2026, as empresas mais preparadas não serão apenas aquelas que controlarem melhor seus recursos financeiros. Serão aquelas em que o CFO e o CEO conseguiram transformar dados dispersos em visão integrada, antecipar consequências e coordenar respostas entre as diferentes áreas da organização.
A principal questão, portanto, não é prever se haverá uma crise.
A questão é saber:
A empresa está preparada para operar nestes cenários?
Quais os impactos no caixa, na tecnologia e nos processos?
O split payment não é apenas um projeto tributário!
Tenho visto algumas empresas tratando a mudança como uma nova parametrização do ERP ou como a inclusão de campos adicionais na nota fiscal. Esse é apenas o começo.
O verdadeiro desafio será conciliar, operação por operação:
O El Niño também não é apenas um problema do agronegócio
O risco climático percorre a cadeia produtiva.
Por isso, a empresa precisa entender não apenas sua exposição direta, mas também:
Eu recomendo fortemente: Uma avaliação dos processos, sistemas e integrações que precisarão ser adaptados devido ao contexto.
A Reforma tributaria e Split não é um tema apenas da Contabilidade e Tributário.
Eu chamo de Blueprint de Resiliência Financeira, Tecnológico e Operacional da Empresa.
Nenhum sistema impedirá chuvas, secas, eleições disputadas com seus devidos impactos ou mudanças tributárias. Mas um bom diagnostico e ações corretas nos processos interno, sistemas e integrações farão a diferença entre as empresas que fecharão e as que se destacarão em 2027.
Uma conversa de diagnóstico basta para saber se o seu caso cabe no nosso modelo — e qual seria o escopo e o prazo.