IA escrevendo código de banco não é arriscado?
O risco existiria se a IA decidisse a regra. Ela não decide: a regra é escrita e aprovada por gente antes, e nada entra em produção sem passar por teste, revisão de segurança e aprovação humana declarada. A IA acelera a construção — a autoridade continua sendo humana.
E se a IA inventar uma regra que não existe?
O que não está no documento aprovado não é aceito na entrega. Os testes são derivados da regra, então comportamento que ninguém combinou aparece como falha — não como surpresa em produção.
Rápido demais. Onde ficou a qualidade?
A pressa clássica economiza na especificação e paga no retrabalho. Nós fazemos o oposto: gastamos mais na regra e menos na construção. O que encurtou foi a etapa que só produzia mal-entendido.
Vamos ficar dependentes de vocês?
Esse é justamente o problema que o método resolve. O conhecimento não fica na cabeça de ninguém: fica escrito, e a partir do escrito o sistema pode ser reconstruído — inclusive por outra equipe.
Já temos time interno. Onde vocês entram?
Seu time conhece o negócio, e é isso que falta na maioria dos projetos. Nós entramos onde ele não deveria gastar tempo: transformar essa regra em sistema. O que devolvemos é documentado o bastante para o seu time assumir.
Nosso legado é complexo demais.
Legado complexo é o cenário normal, não a exceção. Não começamos reescrevendo tudo: começamos escrevendo a regra de uma capacidade que dói hoje, entregamos essa, e o legado continua rodando ao lado.
Como isso passa na nossa auditoria?
Passa mostrando o caminho: a exigência está no documento, o documento gerou o teste, o teste cobre o sistema. Auditoria gosta de rastro, e o rastro é subproduto do processo — não um esforço extra no fim.